Introdução a webhooks
Um guia introdutório para entender como funcionam os webhooks.
Uma aplicação web que implementa webhooks envia uma requisição HTTP para uma URL sempre que determinados eventos ocorrem. É tão simples quanto fornecer sua URL e aguardar nossas notificações sobre mudanças de status dos pedidos.
Introdução
Webhooks são uma das formas como aplicações web se comunicam entre si — permitem enviar dados em tempo real de uma aplicação para outra sempre que um evento acontece.
Por exemplo, imagine que você criou um pedido usando a API da Abbiamo. O ideal é poder saber quando o status do pedido mudou de criado para despachado, ou de despachado para em entrega. Isso permite que sua equipe monitore e receba atualizações em tempo real sobre o status dos pedidos.
Como funciona tecnicamente
Os webhooks são às vezes chamados de “APIs reversas”, pois fornecem o equivalente a uma especificação de API, e você precisa criar um endpoint para que o webhook utilize. O webhook fará uma requisição HTTP (POST) para a sua aplicação, e caberá a você interpretá-la.
Portanto, em vez de tentar verificar periodicamente mudanças de estado nos pedidos, você aguardará que os dados do webhook cheguem ao seu endpoint registrado com o schema descrito na referência da API de webhooks.
API vs Webhooks
Embora os dois funcionem de formas muito distintas, é comum haver confusão entre eles. Em termos simples, uma API é uma interface comum entre duas aplicações diferentes — um intermediário que permite que dois sistemas se comuniquem. Já os webhooks são tipicamente usados para integrar dois sistemas de forma reativa. Uma chamada de API pode ser usada para solicitar dados, enquanto um webhook recebe dados. Em outras palavras, a diferença fundamental entre webhooks e chamadas de API é que o primeiro é baseado em eventos, enquanto o segundo é baseado em requisições.